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Publicado: 24/10/2014, por Redação Atualizado: 24/10/2014 às 18h35, por Redação

Acidentes

Meninos encontrados mortos dentro de cisterna são enterrados, em RO

Familiares reivindicam laudo sobre causa da morte dos adolescentes. Velório e enterro foram realizados nesta sexta-feira, em Porto Velho.

G1

Enterro de meninos encontrados em cisterna foi realizado no Cemitério Santo Antônio (Foto: Ana Kézia Gomes/G1)Enterro de meninos encontrados em cisterna foi realizado no Cemitério Santo Antônio (Foto: Ana Kézia Gomes/G1)

Os corpos dos adolescentes encontrados mortos dentro de uma cisterna em Porto Velho foram velados e enterrados na manhã desta sexta-feira (24). O velório aconteceu na Escola Estadual Maria Carmosina Pinheiro, onde os meninos eram alunos e o enterro foi realizado no Cemitério Santo Antônio. Os corpos dos meninos foram achados em estado de decomposição, na tarde da última quarta-feira (22), em um terreno onde existe uma obra paralisada, em que funcionaria um presídio feminino, na avenida Amazonas, Zona Leste da capital.

"Morreu o meu guerreiro", disse Francisca das Chagas Oliveira, mãe de Amós de Oliveira, de 13 anos. A mulher reivindica a revelação do laudo sobre a causa da morte do filho. "Deus vai me dar o privilégio de saber como ele morreu, eu preciso de respostas."

Familiares e amigos não seguraram as lágrimas. (Foto: Ana Kézia Gomes/ G1)Familiares e amigos não seguraram as lágrimas. (Foto: Ana Kézia Gomes/ G1)Já a mãe de Fábio Henrique Martins, de 11 anos, Suelen Martins, no enterro, não conseguia se conformar com a morte do filho. "Volta pra casa filho, eu tô com saudade, volta pra mim, por favor", dizia, antes de deixar o cemitério, ao lado de familiares.

A tia de Fábio, Lindra Souza, conta que na última quinta-feira (23) foi ao local onde os meninos foram encontrados e tudo estava do mesmo jeito. "Estava tudo igual, a cisterna ainda estava aberta”. Lindra pede que as investigações sejam iniciadas. "Queremos respostas e justiça nesse momento, são apenas duas crianças", relata.

Um amigo das duas famílias também reivindicou que o caso seja elucidado e que o Instituto Médico Legal apresente o laudo com a causa da morte dos adolescentes. "Eles eram amigos, foram criados juntos no mesmo bairro e morreram juntos", contou Adriano Araújo.

"Estamos chocados com a tragédia. Eles eram meninos bons, conviviam bem com todos os alunos. Sempre os via sorrindo jogando bola na quadra da escola", lamentou Junior Freire, diretor da Escola Estadual Maria Carmosina, onde os meninos estudavam.

A reportagem do G1 procurou o IML para saber se há previsão para a conclusão do laudo que vai apontar as causas da morte dos adolescentes, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

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