Economia

Como as empresas vão encarar a questão do propósito em 2021

Época Negócios

Rastro101
Com informações do Época Negócios

10/01/2021 por Redação

Divulgação/Época NegóciosDivulgação/Época Negócios
Funcionários devem ser agentes da mudança dentro das companhias (Foto: Sergey Nivens)

 

Todos os anos, a iniciativa Purpose Collaborative - um grupo de 40 empresas que coloca o propósito acima do lucro e propõe que os negócios resolvam os maiores problemas da sociedade - reúne os aprendizados do ano anterior e as previsões para o novo período, no que diz respeito ao propósito das companhias. Em sua análise, leva em conta os principais objetivos da organiação: o combate às desigualdades sociais, a diminuição da fome, a ajuda aos sem-teto, a luta contra o racismo e a inclusão das populações carentes na educação e na tecnologia. 

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"Ter um propósito ambiental te dá energia", diz Roberto Klabin



Um ano atrás, ninguém imaginava que o mundo estaria na situação atual, tendo que lidar com uma pandemia e todos os seus desdobramentos. A boa notícia é que 2020 forçou as companhias a mudarem suas prioridades: elas foram obrigadas a colocar os funcionários, clientes e comunidades acima dos acionistas e tiveram que responder aos desafios da crise com agilidade e empatia. Com isso em mente, os membros do grupo definiram as principais tendências de 2021 para quem procura propósito. A fundadora da Purpose Iniciative, Carol Cone, comentou os principais pontos na Fast Company. 

1. Autenticidade

Para que a empresa alcance o objetivo de causar impacto positivo na sociedade, o seu propósito deve ser autêntico, "priorizando genuinamente o que é certo para o mundo, e não o que é mais lucrativo", diz  Danielle Finck, fundadora e CEO da Elle Communications.

"Hoje, as companhias têm a obrigação de serem mais autênticas", diz Cory Grabow, CEO do Bruxton Group. As ações precisam ser concretas. "Não adianta ficar só na intenção", diz o cinegrafista Elliot Kotek, CEO da Nation of Artists. "O propósito será medido pela combinação entre ação, transparência e responsabilidade pelos resultados. "

2. Fazer histórias em vez de contar histórias

O storytelling dá lugar à ação imediata: primeiro resolva o problema, e só depois divulgue o que foi feito. "As pessoas estão arregaçando as magas e ajudando quem precisa, mesmo que isso envolva riscos", diz Laura Ferry, presidente da Good Company. &ldquoSão pessoas que tomam posição em relação a questões complexas, ajudam os outros e até mesmo marcham por uma causa."

3. Acionistas em segundo plano

O objetivo das empresas não é mais garantir lucros maiores para os acionistas, mas sim servir e criar valor para todas pessoas ligadas à companhia. Esse movimento redefine o que são ações imediatas e visão de longo prazo para favorecer clientes, funcionários, fornecedores e parceiros, além das comunidades locais e do meio ambiente. Feita da maneira certa, a prática sustenta o crescimento.

5. Funcionários como agentes de mudança
"No novo mundo virtual, o propósito terá ainda mais importância,&rdquo diz Aaron Hurst, CEO da Imperative. A rapidez de adaptação dos negócios em 2020 foi invejável, e deve proporcionar novas oportunidades para colocar foco nos funcionários e na cultura corporativa. Empresários devem se concentrar em dar uma base para que os funcionários partam para a ação. "Ninguém confia em um CEO milionário impulsionando a mudança", diz  Alan Chebot, dono da Parallax Productions. "Um líder que se compromete com a transformação é uma promessa. Funcionários comprometidos significam a realização", diz Jeff Blaylock, vice president da Kith.

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