Divulgação/Notícias ao MinutoO acidente ocorreu às 14h24 de quarta-feira (06h24 em Lisboa) na cidade de Xiangyang, no província de Hubei, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.
As equipas de emergência chegaram nove minutos depois e extinguiram o incêndio às 15h12 (07h12 em Lisboa), segundo a Xinhua.
Os investigadores estão a apurar a causa da explosão, informou a agência, sem adiantar mais pormenores.
As vítimas eram cinco crianças e sete adultos, informaram hoje as autoridades. Uma delas era o dono da loja, e as restantes eram clientes que tinham ido comprar fogo de artifício para as celebrações.
Alguns tinham vindo de outras cidades para visitar familiares na aldeia de Jinpu, a cerca de 950 quilómetros a sudoeste da capital chinesa Pequim.
No domingo, uma explosão numa loja de fogo de artifício na província de Jiangsu, no leste da China, matou oito pessoas e feriu outras duas, anunciaram as autoridades.
A China está no período de maior utilização de fogo de artifício devido ao período de feriados do Ano Novo Lunar, a mais tradicional festividade chinesa.
O Ano do Cavalo de Fogo arrancou oficialmente na terça-feira.
O Ministério da Gestão de Emergências chinês afirma ter enviado um alerta às empresas de fogo de artifício de todo o país, "exigindo uma inspeção completa" para garantir a segurança.
Fora das grandes cidades, onde o uso de fogo de artifício é estritamente regulamentado, os chineses usam fogo de artifício regularmente, durante eventos e feriados importantes.
Os acidentes industriais são frequentes no país devido à fiscalização, por vezes frouxa, das normas de segurança.
Em junho de 2025, uma explosão numa fábrica de fogo de artifício em Hunan (sudeste) matou nove pessoas e feriu 26. Em 2023, o fogo de artifício matou três pessoas em edifícios residenciais em Tianjin (nordeste).
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