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Estados Unidos anunciam dois voos humanitários para Cuba em plena tensão

Os Estados Unidos começarão hoje a enviar voos com a ajuda humanitária prometida a Cuba em novembro na sequência do furacão Melissa, anunciou o Departamento de Estado, num momento em que Washington aumenta a pressão sobre a ilha comunista.

Rastro101
Com informações do Notícias ao Minuto

15/01/2026 por Redação

Divulgação/Notícias ao MinutoDivulgação/Notícias ao Minuto"Hoje, anunciamos o primeiro de uma série de envios humanitários diretos para Cuba no âmbito da ajuda de emergência de 3 milhões de dólares prometida pela administração Trump na sequência do furacão Melissa", afirmou o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio em comunicado.
 
Um primeiro voo humanitário partirá da Flórida hoje para a região de Holguín (sul), transportando materiais de socorro essenciais.
Um segundo voo seguirá na sexta-feira com destino a Santiago de Cuba, e "um navio comercial entregará ajuda adicional nas próximas semanas", precisou Rubio.
A ajuda deverá chegar a cerca de 6.000 famílias, ou seja, 24.000 pessoas, segundo o Departamento de Estado.
"Embora a tempestade tenha passado, as necessidades humanitárias continuam importantes e os esforços de reconstrução mantém-se", disse o secretário dos EUA, sublinhando que Washington tomou "medidas extraordinárias para garantir que esta ajuda chegue diretamente ao povo cubano, sem interferência ou desvio por parte do regime ilegítimo" de Cuba.
Os Estados Unidos colaboram especialmente com a Igreja Católica em Cuba.
O furacão Melissa atingiu a ilha da Jamaica no final de outubro, início de novembro, bem como a Cuba, causando a morte de um total de 76 pessoas nas Caraíbas.
A ajuda dos EUA surge numa altura em que o Presidente Donald Trump intensificou as ameaças contra Cuba, aliado económico e ideológico da Venezuela, na sequência da queda do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, que foi capturado a 03 de janeiro, durante uma operação espetacular pelas forças norte-americanas em Caracas.
Este fim de semana, o presidente dos EUA instou Cuba a aceitar, "antes que seja tarde demais", um "acordo", cuja natureza não especificou.       
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