
Ferreirinha revela bastidores de acerto com o São Paulo e amizade com Lucas
Ferreira chegou ao São Paulo no início do ano passado para, enfim, realizar o sonho de sua família. Tricolor de infância, o atacante estava no Grêmio desde a adolescência, até ser notado pelo seu clube do coração em 2023.
Depois de meses de negociação, Ferreira acertou com o São Paulo. Está no Morumbis desde o início de 2024, já disputou 80 jogos, fez 15 gols e deu cinco assistências. Até fechar com o Tricolor, porém, o atacante precisou lidar com a pressão de um grande amigo.
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– Acho que no meio de 2023 teve um jogo do Grêmio contra o São Paulo. Conversei com o pessoal do São Paulo, o Alisson, o Rafinha. Eles me falaram que o São Paulo tinha interesse em mim, mas eu estava focado no Grêmio. Mantivemos contato. O Alisson me ligava todo dia. Estava passeando, o Alisson me ligando. O Rafinha me ligando, mandando mensagem. Aí o Lucas mandou mensagem no Instagram – contou Ferreira.
Durante entrevista realizada e transmitida ao vivo pelo ge nesta quinta-feira, Ferreira falou sobre sua chegada ao São Paulo, a amizade com ídolos, os planos no clube, a convivência com Suárez no Grêmio e o sonho de vestir a camisa da seleção brasileira.
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Ferreira concede entrevista ao ge no São Paulo
ge.globo
Bem antes de chegar ao São Paulo, Ferreira iniciou sua carreira nas ruas de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Nos campos de várzea, aprendia com os mais velhos o que enfrentaria no futebol profissional.
– Eu jogava nos amadores da cidade, desde os 12 anos, 13 anos. Uma pessoa que hoje é meu amigo, o Itamar, me deu oportunidade no amador. Eu era muito pequeno. O pessoal jogava bêbado, dizia que ia quebrar minha perna (risos). E eu sempre tive confiança, isso me motivava. Pessoal adulto, amador. Eu comecei desde cedo jogando os amadores e fazia escolinha. Aí surgiu a oportunidade de um teste no Grêmio, passei – falou.
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Agora no São Paulo, Ferreira passou a conviver com ídolos. O também atacante Lucas é um deles. Os dois, inclusive, se tornaram grandes amigos. O camisa 7 é o motorista dele nas idas e voltas dos treinamentos no CT da Barra Funda.
– Já era fã como jogador. Virei ainda mais fã como pessoa. Posso chamar de amigo. O cara que me dá carona para vir para o treino, me leva para casa, estamos sempre na casa um do outro jogando truco. Passamos um tempo machucados e estávamos tratando na casa dele. Eu não gosto muito de dirigir. Ele gosta. Ele vai (dirige) bem. Eu sou meio folgado também. Falo: “vou contigo, passa aqui em casa” – brincou.
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