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Estudante usou uma adaga dragão para ferir colega de aula em Porto Seguro

Vítima esfaqueada teve três órgãos perfurados e passou por cirurgia no HLEM; agressor aguarda designação de local onde cumprirá medida de internação provisória

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Radar64
25/03/2022 por RADAR64

Divulgação/Radar64Divulgação/Radar64

O estudante de 16 anos que esfaqueou um colega de aula, na manhã de quarta-feira (23), no Complexo Integrado de Educação de Porto Seguro (CIEPS- antigo CEPAC), utilizou uma adaga dragão para cometer o crime. O adolescente agressor já teve a internação provisória determinada pelo juiz da Vara de Infância e Juventude e aguarda a definição do local onde cumprirá a medida.


POSTAGENS COM TEOR VIOLENTO – Nas redes sociais, onde mantinha diversas contas, o estudante fazia algumas postagens com teor violento. Em uma das imagens postadas, aparece um homem dando um “mata-leão” em uma mulher enquanto segurava uma adaga semelhante à usada pelo adolescente para esfaquear o colega.


Estudante teve o pulmão, o rim e o fígado perfurados

O jovem também publicava mensagens falando sobre os problemas psicológicos que enfrentava. Em uma delas, de março de 2021, ele disse que havia sido diagnosticado com depressão. Em outra postagem, afirmou que tinha 90% de certeza que sofria de HPPD, conhecido como Transtorno Perceptivo Persistente por Alucinógenos. Ainda em 2021, em uma conta no Twitter, escreveu: “tomara que a psiquiatra me interne”.


O agressor também postou foto fumando e disse não ter gostado da experiência que teve com maconha.


VÍTIMA TEVE TRÊS ÓRGÃOS PERFURADOS – O estudante de 16 anos, esfaqueado na perna e no abdômen, precisou passar por cirurgia no Hospital Luís Eduardo Magalhães, na quarta-feira. Ele teve o pulmão, o rim e o fígado perfurados e se recupera na unidade semi-intensiva, sem previsão de alta.


A mãe da vítima, uma camareira de 37 anos, contou ao RADAR 64 que o filho não tinha amizade nem costumava conversar com o colega que o agrediu, mas sempre sentavam perto um do outro na aula. Também garantiu que nunca houve qualquer atrito entre os dois. O jovem disse à mãe que, quando se levantou durante a aula, o agressor também levantou, puxou a adaga que estava na cintura e desferiu os dois golpes contra ele.


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