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Publicado: 21/01/2017, por Redação

Economia

Biofábrica promove extensão rural em Bandeira-MG

Instituto capacitou proprietários rurais e a comunidade quilombola Marobá dos Teixeira no sul de Minas Gerais

Mariana Ferreira
ASCOM-IBC
DRT 4471


Produtores rurais e a associação quilombola Marobá dos Teixeira, de Almenara, receberam uma capacitação em recuperação de áreas afetadas por doenças do cacau, preservação ambiental e tratos culturais, com o objetivo de mudar sua cultura extrativista - DivulgaçãoProdutores rurais e a associação quilombola Marobá dos Teixeira, de Almenara, receberam uma capacitação em recuperação de áreas afetadas por doenças do cacau, preservação ambiental e tratos culturais, com o objetivo de mudar sua cultura extrativista - Divulgação

O Instituto Biofábrica de Cacau promoveu extensão rural, de 16 e 17 de janeiro, no município de Bandeira, no Vale Jequitinhonha, Minas Gerais. O evento foi promovido em parceria com a EMATER-Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas e a Prefeitura Municipal de Bandeira, e assistido por produtores rurais também das cidades de Almenara, Jequitinhonha e comunidades do entorno.

Na ocasião, produtores rurais e a associação quilombola Marobá dos Teixeira, de Almenara, receberam uma capacitação em recuperação de áreas afetadas por doenças do cacau, preservação ambiental e tratos culturais, com o objetivo de mudar sua cultura extrativista. Além de palestra, a equipe da Biofábrica realizou visita de campo a quatro propriedades.

Além de palestra, a equipe da Biofábrica realizou visita de campo a quatro propriedades - DivulgaçãoAlém de palestra, a equipe da Biofábrica realizou visita de campo a quatro propriedades - Divulgação

“Muito importante ter a Biofábrica aqui para a gente começar a aprender principalmente sobre trato cultural, e futuramente implantação de novas roças”, disse o produtor Márcio Alves de Souza. “Ter a Biofábrica aqui é uma oportunidade única de termos acesso a um grande conhecimento do cacau, visitando as áreas, porque potencializa e dá ânimo”, destacou a associada do quilombo Rosa Pujol.

Para a melhorista vegetal e geneticista do cacau da Biofábrica, Kaleandra Sena, as unidades conservadoras de material genético na região possuem potencial. “É uma região que, apesar de não ter nenhum conhecimento prático e técnico sobre a cultura cacaueira,tem um grande potencial de implementação dessa cultura. Principalmente pelo grande interesse dos pequenos produtores. Por outro lado, é uma fonte de exploração de conhecimento por ainda possuir um banco de germoplasma com material crioulo”, avaliou.

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